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quarta-feira, 1 de junho de 2011

Te quero tanto. Por que não vem?


Não consigo dormir... Estou rolando na cama após nossa última conversa. É como sempre acontece: aparece de repente, me instiga, me envolve, me seduz e me deixa assim...
Tua imagem que teima em inundar meus pensamentos. Meu coração acelera e rolo mais uma vez embaixo dos lençóis. Meus sentidos latejam, não tem mais como te apagar de mim...
Meu corpo grita por você, te chama. Preciso do teu corpo colado ao meu, das tuas mãos a percorrer minhas curvas, a saciar meu desejo...
Rolo mais uma vez. A pele arrepiada. Mamilos rijos. Mãos inquietas a apertar as coxas. Tua imagem não me sai da cabeça. Teu cheiro invade meus pensamentos.
Não quero mais esperar por ti. Não quero mais me render a você. Não quero estar disponível ao teu prazer, ao nosso...
Não vejo mais nada, só a tua lembrança, como se fosse um filme que se repete diversas vezes. Me lembro do teu jeito de afastar minhas pernas e de como segura com firmeza em minha cintura, enquanto esfrega teu pau rijo entre elas... Me envolve com tuas mãos, sempre a me prender os braços contra a cama e a dizer: “vai entrar na linha, está muito desobediente mocinha, mas sei como fazer com que me obedeça.” Senta-me na cama e vai passeando com tua língua pelo meu corpo. Pescoço, seios, barriga, cintura, virilha, coxas. Para me enlouquecer, lambe de leve meu clitóris, uma, duas, três vezes, quantas achar necessário. Me derreto em tua boca. Me degusta como se fosse um aperitivo antes do prato principal...
Molhada, explodindo de desejo, tesão, me toco com vontade. Sinto o corpo latejar, arder... Prendo com força os dedos entre as pernas, enquanto meus gemidos solitários ecoam pelo quarto vazio...
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Ah, será que um dia isto passa?

sexta-feira, 27 de maio de 2011

Castigo

Sedenta de desejo, te espero.
Corpo perfumado,
Lingerie preta,
Camisola.
O castigo pela demora.
Se demoras mais não me aguento e mais castigado serás!
Percorrerei eu mesma os caminhos que tuas mãos costumam fazer
E enquanto te espero, me sinto
Te sentindo como se já estivesses aqui.
E quando chegares, refaço tudo.
Assim tu podes ver o que perdeu ao demorar-se tanto...

segunda-feira, 16 de maio de 2011

Que seja...


Que seja meu altar, onde cumpro minha liturgia e me entrego em sacrifício.
Que seja a mesa, onde eu me alimento e sacio minha fome e sede.
Que seja meu porto seguro, onde me refugio das tormentas e tempestades.
Que seja o campo, onde semeio nossos desejos e colho meu prazer.
Que seja o corpo, que redesenho com meus dedos e sinto com meus lábios.
Que seja a paz, que encontro num beijo e no abraço seguro.
Que seja meu rei, tanto quanto me faça sua rainha.
Que seja entregue, para que eu também possa me entregar sem limites e condições.
E que seja MEU homem, para que eu possa todos os dias ser apenas TUA mulher.

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Para os "meus" homens... Aos que passaram e àquele que está por vir...

sexta-feira, 13 de maio de 2011

Sempre Tua

Foto: Literotica


Assim, com desejo, força, tesão.
Me segura forte pela cintura e pede, baixinho no meu ouvido: vira...
Finjo que não ouço. Você repete: vira!

Assim. Me pega de jeito, do seu jeito.
Me coloca de quatro.
Puxa os cabelos da minha nuca.
Me comanda, me domina. Assim.

Se encaixa em mim. Me prende.
Assim. Me faz TUA.
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Mais um texto que já postei, mas como acontece sempre, as mesmas palavras conseguem expressar sentimentos que se renovam e desejos que se repetem!

terça-feira, 10 de maio de 2011

Vento

Ele veio até mim, me olhou nos olhos, tocou no meu rosto, beijou-me os lábios e se foi... E eu fiquei assim...

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Veio e foi-se como o vento...

sábado, 7 de maio de 2011

Só Agora


Que me satisfaça até... até rasgar-me ao meio e eu possa envolvê-lo em meus braços, abarcá-lo em meu corpo. Que nada seja impossível fazer. E tudo, tudo isto, sem esperar, sem pedir, sem exigir, sem cobrar ter de volta! É tão pouco a dizer, pois as palavras, as palavras voam, soam e se dissipam...

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Para o meu bebê...

terça-feira, 12 de abril de 2011

Somente


Só quero ser tua mulher, tua amante, tua puta.
Correr nua na chuva, transar em meio a tempestade.
Sentir tuas mãos entre minhas pernas, invadindo minha calcinha durante o trajeto de metrô.
Esperar por você, me tocar por você, queimar por você!
Estar nos teus sonhos mais picantes e nas tuas fantasias reais.
Embaçar o vidro do carro no estacionamento do shopping.
Tirar a roupa nas escadas, antes de chegar ao quarto.
Abrir minhas pernas e gemer alto ao sentir teu pau me invadir.
Ter tuas mãos a puxar meus cabelos enquanto você me domina, me põe de quatro.
Escutar tua respiração ofegante e olhar tua cara de prazer enquanto te cavalgo.
Sentir teu gozo quente escorrer em minhas pernas depois de me sentir mais viva.
É isso, somente isso...

quarta-feira, 16 de março de 2011

Dois olhos negros

Olhar no negrume dos teus olhos enquanto fazemos sexo e ver neles o prazer que eu te dou me excita mais e mais!



terça-feira, 8 de março de 2011

Você vem???

Você quer? Então venha...
Mas surpreenda-me.
Ou, seja apenas mais um!
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Feliz dia da Mulher pra todas as gostosas que fazem deste lugar sempre melhor!!!

sexta-feira, 25 de fevereiro de 2011

Mudança

Ahh meus gostosos e gostosas...

Quero pedir desculpas pela ausência, estou com muita saudades desse nosso cantinho luxurioso, mas estou em fase de mudança!
Mudança de casa.
Mudança de móveis.
Mudança de cidade.
Mudança de emprego.
Mudança de hábitos.
E principalmente: mudança de cama!

Assim que tudo se ajeitar eu volto para as nossas pequenas conversas e grandes prazeres.

E se vocês querem saber o que estou passando, leiam esse post, de um blog super bacana Mudança, pra que te quero?

sexta-feira, 28 de janeiro de 2011

Vazio


Ela chegou só. Parou a porta. Com seus olhos negros, bem delineados, olhou ao redor e resolveu ficar. Não se lembrava ao certo o porquê de estar ali, fora levada pelo vento, pelo acaso. Usava seu vestido preferido, preto, tecido leve e de alças finas. Saltos altos e cabelos soltos. Emanava delicadeza e frescor. Entrou, atravessou o salão. Sentou-se ao balcão e pediu algo para beber com a intenção de sentir-se menos solitária, menos estranha entre tantas conversas e risos que corriam livres pelo lugar.
Observava as gotículas de água que se formavam em torno do seu copo, sorvendo lentamente cada gole. Pensava que só o fato de estar ali já era um tipo de lucro, comparada a rotina do seu quarto vazio...
Continuava a observar o copo com uma atenção tão desatenta que nem percebeu quando ele se aproximou e sentou-se ao seu lado.
Ele nada disse, apenas a fitou com seus olhos esverdeados e assim ficou até ter sua presença notada.
Ela apenas sorriu e voltou para seu devaneio vazio, antes que palavras que não queria dizer saíssem sozinhas de sua boca.
Ele então investiu, como todas as investidas habituais nesses locais. Começou a fazer perguntas e mais perguntas. Ela começou a dar respostas e mais respostas, pensado a cada segundo que mulheres não gostam de perguntas e sim de afirmações, já que demonstram atitudes. Ela não disse a ele, mas estava claro em seus olhos negros e em sua expressão que, mesmo ele sendo agradável, educado e gentil, só responder a perguntas não era o que ela buscava nesta noite. De súbito ela lembrou-se que não sabia o que buscava naquela noite e nem nas noites anteriores e menos ainda nas noites que estavam por vir...
O tempo não parava e as risadas e conversas foram diminuindo pelo salão, porém sem cessarem.
Ela já sentia correr pelo corpo o torpor típico do álcool, aquela sensação de leveza e vazio. Uma música lenta invadiu o espaço e também sua alma. Encarou profundamente aqueles olhos verdes que a fitavam e sorriu. Para ela tudo continuava na mesma nostalgia, a não ser pela música que lhe penetrava os sentidos e trazia lembranças.
Ele também sentia o torpor, mas não o que vinha do álcool e sim o que brotava daqueles olhos negros, brilhantes e profundos. Para ele, a vida de repente pareceu ter apenas um sentido: senti-la em seus braços.
Ela não esperava por nada e achou, sinceramente, que foi por isso, e apenas por isso, que ficou tão surpresa quando foi puxada pelo braço e sentiu sua cintura ser entrelaçada com firmeza e doçura. Então, jogou os cabelos para trás, sorriu mais uma vez e deixou-se envolver por aqueles braços, que a guiavam no ritmo da música.
Os corpos se encostaram, os cheiros se misturaram, os lábios se tocaram e ela pensou: isso pode ser um tipo de lucro, comparada a rotina do meu quarto vazio...

terça-feira, 18 de janeiro de 2011

Vinho


Saímos pra jogar conversa fora e resolvemos que queríamos compartilhar esse encontro com uma boa garrafa de vinho. Fazia muito tempo que não nos encontrávamos, mas sempre era assim, como se tivéssemos nos visto ontem. Todo assunto colocado em dia, muitos risos, piadas, mãos se encontrando, troca de olhares, taças de vinho sendo abastecidas e reabastecidas a cada pausa. Veio a segunda garrafa e junto com ela mais risos, mais olhares, sentia nossos corpos cada vez mais próximos e nossa conversa mais picante. Lá pelas tantas, depois de esvaziar mais da metade da segunda garrafa resolvemos ir embora. Eu estava hospedada na casa dele, então esperamos pelo táxi ainda rindo muito e falando pelos cotovelos. Entramos no carro e curiosamente fizemos o trajeto em silêncio, ele segurando minha mão e eu com a cabeça encostada em seu ombro. Chegamos. O estranho silêncio continuou ao entrarmos no apartamento, mas ambos sabíamos que aquela noite terminaria diferente do que planejamos...
Fiquei parada em frente ao sofá, ele se aproximou e passou os braços em volta da minha cintura, eu apenas sorri e tentei dizer algo, que agora nem me lembro o que era, ele me impediu com um beijo leve no canto da boca e disse: deixa o silêncio... Nos olhamos e trocamos um beijo molhado, sedento, (in)esperado.
Era como se fossemos um só. Já sabíamos o que fazer, pra onde ir, como tocar, como sentir, onde beijar... Um desconhecido tão conhecido...
Eu deixei o vestido escorregar pelo meu corpo com delicadeza, tirei o sutiã e me deixei ficar ali, sendo observada, admirada, desejada. Ele se aproximou novamente e beijou-me o pescoço, os seios, a cintura, o quadril e quando dei por mim estava com ele entre minhas pernas, sentindo seu hálito atravessar o tecido fino da calcinha, a barba cerrada roçando em minhas coxas...
Deixamos nossos instintos nos guiarem, sem trocarmos uma palavra.
Nossos corpos se despiram, se colaram, se encaixaram.
Nossas pernas se entrelaçaram, se confundiram, se perderam.
Nos entregamos e depois sorrimos.
Na verdade gargalhamos e concluímos que adoramos conversa fiada acompanhadas de garrafas de vinho.

quinta-feira, 16 de dezembro de 2010

Telefonema


Ela: Alô
Ele: Oi
Ela: Oi?
Ele: Ah, ando com uma saudade...preciso de você viu, te atacar...
Ela: Nossa, fiquei sem graça.
Ele: Bom, então nem vou falar o que estou sentindo...
Ela: Pode falar, eu não esperava tanto entusiasmo, só isso.
Ele: Posso continuar?
Ela: Claro, deve...
Ele: Tô doido pra te pegar, te colocar de quatro, puxar teus cabelos... continuo?
Ela: (risos) Sim...
Ele: Depois, quero que você monte em mim, que eu possa te olhar me cavalgando, rebolando, segurar na tua cintura e te sentir subindo e descendo...
Ela: Vou adorar!
Ele: Sentir teu cheiro, beijar teus seios...
Ela: Ah, você sempre querendo se aproveitar de mim...
Ele: Inteirinha! Mas ainda não terminei.
Ela: Não?
Ele: Depois quero te deitar, abrir suas pernas, te segurar pelos quadris e te tratar mal, como sempre...
Ela: Ai...
Ele: Não terminei!
Ela: Não? (risos) Termine então...
Ele: Quero acabar gozando nos teus seios e deixar meu corpo pesar sobre o teu. Depois tomar um banho, tomar uma água e começar tudo de novo...
Ela: Ah, prometo que vou obedecer e fazer tudo direitinho (risos).
Ele: Não esperava outra coisa (risos), mas agora tenho que ir, preciso voltar ao trabalho (risos). Então até mais tarde minha gostosa. Beijos!
Ela: Até, eu também vou tentar voltar. Um beijo!
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PS: Eu não consegui mais me concentrar no que estava fazendo...rs.
Saudades disso aqui!

terça-feira, 30 de novembro de 2010

Visita

Chegue de repente
Me toque com lascívia
Me beije com audácia
Arranque minha roupa de uma vez
Abra minhas pernas e me invada sem pedir licença
Me faça gozar louca, insanamente
E só depois me diga: Olá...

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Então, está esperando o que pra me visitar?

sábado, 27 de novembro de 2010

Give me


Don't give me your love
Give me your lust
Give me your sex
and nothing else

quinta-feira, 18 de novembro de 2010

Desvenda-me!


Mais mulher que menina, mais moleca que mulher.
Dominadora e escrava, gatinha arisca e cadela mansinha.
Nem sempre espero palavras de amor, mas sempre aspiro gentilezas.
Quase nunca atendo as expectativas masculinas, não sou uma personagem, sou mulher.
Não esperes de mim mais do que eu posso dar, mas faça com que eu te dê mais do que você mereça ter.
Minhas convicções, princípios, sonhos, desejos, independência. Esses são meus guias.
Contradições e paradoxos transbordam de mim.
Pervertida. Louca. Lasciva. Submissa.
Deixe-me livre e posso ser tua. Tua escrava, teu brinquedo, tua festa.
Juízo. Sedução. Sentido. Razão. Vida.
Frágil. Delicada. Manhosa. Sonhadora.
Tarada. Cítrica. Úmida. Quente. Elétrica.
Anjo demoníaco. Demônio angelical.
Sou muito mais do que sei e muito mais que imagino, ainda há tanto a descobrir e a ser descoberto que seria difícil dizer mais do que pode ser dito...
Desvende-me!

quinta-feira, 4 de novembro de 2010

Solidão



Sinto-me tão só hoje...
Uma saudade imensa do teu olhar, teu cheiro, teu gosto...
Ao fechar meus olhos sinto tuas mãos a tocar-me, a acariciar-me a pele, a aguçar-me os sentidos.
Ando a sentir tanto tua falta que desaprendo quem sou...
Ah, vontade insana, sem sentido, inexplicável!
Enquanto espero-te, sem saber quando voltas, deixo meus pensamentos me levarem, enquanto minhas mãos percorrem meu corpo, trilhando o caminho traçado por ti...
Só peço-te: não demore...

"Faça com que eu saiba ficar com o nada, e mesmo assim me sentir como se estivesse plena de tudo..."(Clarice Lispector)

terça-feira, 26 de outubro de 2010

Seja meu 2 em 1...


Ah como é bom ouvir um "eu te amo".
Ouvir palavras doces, elogios, declarações de amor.
Quem sabe com o tempo você aprenda a mesclar essas doçuras com palavras mais ácidas, sacanas até...
Que não tenha medo de me mostrar tua pegada forte, de me dominar, de se mostrar um pouco mau...
Que possamos também transar ao fazermos amor!
Quando esse dia chegar não me chame, venha até aqui e me carregue...
e apenas me mostre o quanto você me ama e me deseja, com poucas palavras, ou melhor, sem dizer nada...

terça-feira, 5 de outubro de 2010

Ausência


Ansiosa, sedenta, à flor da pele...
Lembrando do teu corpo, do teu cheiro, do teu gosto.
Rememorando nossa mistura, coxas, mãos, línguas, salivas.
Sentindo teu toque, teu aperto, tua pegada.
Querendo o beijo, o tapa, o teu sexo no meu.
Lamber, morder, chupar.
Louca. Molhada, tua.
Não quero teu amor, quero teu tesão, teu desejo, tua luxúria.
Foi assim que te esperei hoje: ansiosa, sedenta, à flor da pele.
E você, não veio... Restou, apenas, me tocar esta noite.


"Mas nada disso importa, vou abrir a porta pra você entrar, beijar minha boca até me matar, de amor" RiTa Lee

sexta-feira, 1 de outubro de 2010

Impulso

Noite intensa
Insana
Te quero!
Ferozmente
Animal
Te quero...
Hoje
Agora
Preciso saciar-me
Não me faça esperar mais
Pulsar mais
Crescer mais
Te quero
Preciso
Tesão infame
Fome insaciável de ti
Vem logo
Preciso penetrar-te
Sentir-me em ti
E todo meu pau apertado
Ao te desbravar
Preciso de você agora!

Por: Subversivo
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Ah esse meu querido Subversivo, cada dia mais gostoso! Uma delícia contar com ele por aqui... excitante!