quarta-feira, 30 de março de 2011

Desejo


Dá-me tua excitação, teu desejo
Me deixa ouvir teus dentes rangendo
Sentir teu corpo tremendo no momento que meus seios chegam a tua boca
Seja meu altar, onde de joelhos ofereço-me em sacrifício
Saboreando, lambendo, mordiscando teu pau rijo
Que hoje, é meu objeto de desejo.
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Eu continuo com desejos maldosos...mas deliciosos...

segunda-feira, 28 de março de 2011

I want to do bad things with you

Você quer brincar???


Prometo que não farei nada de bom!
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Esses dias eu estou particularmente má...

quarta-feira, 16 de março de 2011

Dois olhos negros

Olhar no negrume dos teus olhos enquanto fazemos sexo e ver neles o prazer que eu te dou me excita mais e mais!



segunda-feira, 14 de março de 2011

Boa noite!


A noite estava quente e resolvi dormir cedo. Para amenizar o calor apenas uma calcinha de algodão cobria meu corpo.
Adormeci e tão logo, me vi envolta em sonhos tão quentes quanto o clima da noite. A sensação da tua língua passeando pelas minhas costas era tão real que já não tinha tanta certeza de estar sonhando. Ao virar-me pra olhar se você estaria realmente ali, fui invadida por tua boca quente que queimou meus lábios com um beijo e pelo teu corpo nu repousando sobre o meu. Pude sentir teu pau duro em minhas coxas e fui acometida por uma falta de ação... Diferente de mim, você continuava, beijou-me com mais intensidade e foi descendo com teus lábios até meus seios, mordiscou meus mamilos, deixando-os acesos de vontade da tua boca. Eu continuava sem ação, mas minhas reações eram nítidas, sentia a umidade aumentar a cada segundo entre minhas pernas enquanto tua língua continuava a passear pelo meu corpo e quando dei por mim senti teu hálito atravessando o tecido da minha calcinha, o que não durou muito tempo, já que ela logo foi arrancada por você. Não me restava muito a fazer, a não ser me entregar aquele momento e te sentir sorvendo meu corpo com prazer e gosto. A cada respiração ofegante um gemido. Presa, rendida a tua invasão deixei-me levar nesse turbilhão de tesão. Meu corpo tremia, minha boca estava seca e quando achei que não pudesse mais sentir tanto prazer, você se ergue entre minhas pernas, as abre mais um pouco e me penetra com voracidade. Estocadas profundas, gemidos altos, corpo em espasmos, mergulhados um no outro, a intensidade efêmera de estarmos juntos. No calor da noite quente, corpos ainda colados, escuto tua voz: “Boa noite!”. Rimos e só então tive a certeza de não estar sonhando.
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Foto repetida, mas que me lembra tanto essa noite...

sexta-feira, 11 de março de 2011

Bom fim de semana!!!

"Mulher, pega uma cerveja pra mim!!!"
"Com muito prazer!!!"
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Quem disse que não cumprimos bem as ordens? rsrsr
Só quero ver ele ficar com a cerveja...

terça-feira, 8 de março de 2011

Você vem???

Você quer? Então venha...
Mas surpreenda-me.
Ou, seja apenas mais um!
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Feliz dia da Mulher pra todas as gostosas que fazem deste lugar sempre melhor!!!

sexta-feira, 25 de fevereiro de 2011

Mudança

Ahh meus gostosos e gostosas...

Quero pedir desculpas pela ausência, estou com muita saudades desse nosso cantinho luxurioso, mas estou em fase de mudança!
Mudança de casa.
Mudança de móveis.
Mudança de cidade.
Mudança de emprego.
Mudança de hábitos.
E principalmente: mudança de cama!

Assim que tudo se ajeitar eu volto para as nossas pequenas conversas e grandes prazeres.

E se vocês querem saber o que estou passando, leiam esse post, de um blog super bacana Mudança, pra que te quero?

terça-feira, 1 de fevereiro de 2011

Detalhes

Ouvir tua respiração. Ofegante. Trêmulo. Teu gemido forte a encher o quarto e os meu ouvidos. A fazer meu corpo seguir o teu ritmo. Então...
...geme pra mim, geme!

sexta-feira, 28 de janeiro de 2011

Vazio


Ela chegou só. Parou a porta. Com seus olhos negros, bem delineados, olhou ao redor e resolveu ficar. Não se lembrava ao certo o porquê de estar ali, fora levada pelo vento, pelo acaso. Usava seu vestido preferido, preto, tecido leve e de alças finas. Saltos altos e cabelos soltos. Emanava delicadeza e frescor. Entrou, atravessou o salão. Sentou-se ao balcão e pediu algo para beber com a intenção de sentir-se menos solitária, menos estranha entre tantas conversas e risos que corriam livres pelo lugar.
Observava as gotículas de água que se formavam em torno do seu copo, sorvendo lentamente cada gole. Pensava que só o fato de estar ali já era um tipo de lucro, comparada a rotina do seu quarto vazio...
Continuava a observar o copo com uma atenção tão desatenta que nem percebeu quando ele se aproximou e sentou-se ao seu lado.
Ele nada disse, apenas a fitou com seus olhos esverdeados e assim ficou até ter sua presença notada.
Ela apenas sorriu e voltou para seu devaneio vazio, antes que palavras que não queria dizer saíssem sozinhas de sua boca.
Ele então investiu, como todas as investidas habituais nesses locais. Começou a fazer perguntas e mais perguntas. Ela começou a dar respostas e mais respostas, pensado a cada segundo que mulheres não gostam de perguntas e sim de afirmações, já que demonstram atitudes. Ela não disse a ele, mas estava claro em seus olhos negros e em sua expressão que, mesmo ele sendo agradável, educado e gentil, só responder a perguntas não era o que ela buscava nesta noite. De súbito ela lembrou-se que não sabia o que buscava naquela noite e nem nas noites anteriores e menos ainda nas noites que estavam por vir...
O tempo não parava e as risadas e conversas foram diminuindo pelo salão, porém sem cessarem.
Ela já sentia correr pelo corpo o torpor típico do álcool, aquela sensação de leveza e vazio. Uma música lenta invadiu o espaço e também sua alma. Encarou profundamente aqueles olhos verdes que a fitavam e sorriu. Para ela tudo continuava na mesma nostalgia, a não ser pela música que lhe penetrava os sentidos e trazia lembranças.
Ele também sentia o torpor, mas não o que vinha do álcool e sim o que brotava daqueles olhos negros, brilhantes e profundos. Para ele, a vida de repente pareceu ter apenas um sentido: senti-la em seus braços.
Ela não esperava por nada e achou, sinceramente, que foi por isso, e apenas por isso, que ficou tão surpresa quando foi puxada pelo braço e sentiu sua cintura ser entrelaçada com firmeza e doçura. Então, jogou os cabelos para trás, sorriu mais uma vez e deixou-se envolver por aqueles braços, que a guiavam no ritmo da música.
Os corpos se encostaram, os cheiros se misturaram, os lábios se tocaram e ela pensou: isso pode ser um tipo de lucro, comparada a rotina do meu quarto vazio...

quinta-feira, 27 de janeiro de 2011